quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Região Palestina e seus conflitos


A ofensiva de Israel contra o grupo terrorista Hamas na Faixa de Gaza é o novo capítulo de uma velha história. Ao longo do tempo, alguns personagens se repetem e adquirem status de lenda, como Ariel Sharon, líder israelense que está em coma desde 2006, e Yasser Arafat, palestino que fundou o Fatah, hoje rival do Hamas. Também figuram nessa trama os líderes ocidentais que tomaram parte nas negociações de paz.


ISRAEL
• Atacou a Faixa de Gaza no fim de dezembro para esmagar os militantes do Hamas
• Só aceita discutir um cessar-fogo quando os ataques com foguetes terminarem
• Descarta negociar com os líderes da facção radical, mas falaria com ANP e Fatah


HAMAS
• Acusa Israel de cometer um genocídio, dizendo ser alvo de um ataque injustificado
• Apesar de apresentar-se como parte agredida, mantém a retórica inflamada contra Israel
• Militantes são responsáveis por milhares de ataques com foguetes contra israelenses


Mas, qual o motivo que gera esses conflitos? Tem alguma coisa que a mídia em suas espetaculares reportagens ainda não mostraram? Para começarmos a entender, devemos voltar a história aos primordios da humanidade.


Em Gênesis 16:11,12, temos "Disse-lhe também o anjo do SENHOR: Eis que concebeste, e darás à luz um filho, e chamarás o seu nome Ismael; porquanto o SENHOR ouviu a tua aflição. E ele será homem feroz, e a sua mão será contra todos, e a mão de todos contra ele; e habitará diante da face de todos os seus irmãos".

O Hamas, Fatah... têm seguido a linhagem, proveniente, de Ismael. Diante disto, devemos levar em consideração que Deus disse a Abraão "Levanta-te, percorre essa terra, no seu comprimento e na sua largura; porque a ti a darei" Gênesis 13:17 "Å tua descendência tenho dado esta terra, desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates" Gênesis 15:18. Ismael é descendente de Abraão, porém, como era de costume ele não poderia ser o herdeiro, por que era filho da escrava Agar.

Quatorze anos depois, Deus cumpre a promessa a Abraão de dar-lhe um Filho "Isaque" Gênesis 21:3....

O tempo foi passando, meados de 1000 aC. o Rei Davi, após algumas guerras, toma todo o território equivalente a promessa de Deus a Abraão e consegue estabelecer o "Reino Unido de Israel" com a capital sendo a Cidade Santa de Jerusalém. Por volta de 850 aC. seu filho Salomão, até então, herdeiro morre e o Reino é dividido e repartido entre os Generais de guerra.

Começamos a desvendar agora a importância da Cidade de Jerusalém, para ambos os povos.
Hoje, conhecemos Jesus Cristo, como o Salvador da Humanidade, percebemos Ele revelado depois de sua ressurreição, Jesus caminhava com dois de seus discípulos e “explicava-lhes o que dele se achava em todas a Escrituras” (Lc 24.27). Para fazer isso, ele deve ter extraído muita coisa do Livro de Isaías, porque dezessete capítulos contém referências proféticas a Cristo. Cristo é citado como o “Senhor, Renovo do Senhor, Emanuel, Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz, Raiz de Jessé, Pedra Angular, Rei, Pastor, Servo do SENHOR, Eleito, Cordeiro de Deus, Líder e Comandante, Redentor e Ungido”O Cap. 53 é o grande capítulo do AT que profetiza a obra expiatória do Messias. Nenhum texto em ambos os testamentos expõe de um modo tão completo o propósito da morte vicária de Cristo na cruz. Ele é citado diretamente nove ou dez vezes por escritores do NT: 52.15 (Rm 15.21); 53.1 (Jo 12.38; Rm 10.16); 53.4 (Mt 8.17); 53.5 (Rm 4.25; 1Pe 2.24); 53.7-8 (At 8.32-33); 53.9 (1Pe 2.22); 53.10 (1Co 15.3-4); 53.12 (Lc 22.37). Também existem muitos cumprimentos de detalhes no cap. 53 em adição às citações diretas.
Apesar, de todas essas provas históricas, os Judeus e os Palestinos, não acreditam que Jesus é o Cristo, ainda esperam a Vinda do Messias, e quando "Ele chegar irá governar na Cidade de Jesuralém". Mudando as expeculações da riqueza da terra, para o Reino Triunfal, e para eles, quem estiver tomando posse do território vai ter o apoio do Rei.
Bibliografia:

Antropologia


A antropologia é uma ciência social surgida no século XVIII. Porém, foi somente no século XIX que se organizou como disciplina científica. A palavra tem o seguinte significado: antropo=homem e logia=estudo.

Introdução
Estudo antropológico Esta ciência estuda, principalmente, os costumes, crenças, hábitos e aspectos físicos dos diferentes povos que habitaram e habitam o planeta.Portanto, os antropólogos estudam a diversidade cultural dos povos. Como cultura, podemos entender todo tipo de manifestação social. Modos, hábitos, comportamentos, folclore, rituais, crenças, mitos e outros aspectos são fontes de pesquisa para os antropólogos.A estrutura física e a evolução da espécie humana também fazem parte dos temas analisados pela Antropologia. Os antropólogos utilizam, como fontes de pesquisa, os livros, imagens, objetos, depoimentos entre outras. Porém, as observações, através da vivência entre os povos ou comunidades estudadas, são comuns e fornecem muitas informações úteis ao antropólogo.


“A visão funcional da cultura repousa no principio de que em qualquer tipo de civilização, cada costume, objeto material, idéia ou crença, satisfaz alguma função vital, assim como certas tarefas realizadas representam uma parte indispensável para todo o trabalho”.B.Malinowski
Entre as diversas ciências humanas que emergiram da Revolução Intelectual dos séculos XVIII-XIX, a antropologia foi a mais tardia de todas. A sua motivação inicial, o elemento deflagrador para que ela se tornasse uma ciência, decorreu do impacto do pensamento evolucionista e darwinista no século XIX. Ao colocar-se em descrença a explicação bíblica exposta no Gênese, pela qual o homem nasceu de uma ação divina imediata, o Ato da Criação, abriu-se o caminho para que cientistas e demais pesquisadores saíssem a campo, pelo mundo todo, atrás do chamado elo perdido, isto é, do antropóide ou hominídio, o ser meio animal, meio humano, que hipoteticamente teria ligado, em algum tempo remotíssimo, o mundo natural ao mundo humano, a ponte sobre o riacho Rubicon que aproximara, num lugar incerto e obscuro do tempo, o símio do homem. Abandonavam desta maneira a crença na divindade do ser humano, implícita a qualquer pensamento religioso, para, aparelhados nas ciências físicas e exatas, mergulharam atrás das suas raízes naturais do homem, entendendo-o fruto da Natureza e não de Deus. Simultaneamente a esta verdadeira caçada às formas pré-humanas, atrás dos vestígios últimos dos primatas, os interesses dos investigadores ampliaram-se para o estudo das sociedades ditas primitivas, acreditando que elas também mereciam serem submetidas ao crivo da racionalidade ocidental. Desta forma, a antropologia começou a alargar-se, procurando determinar qual era a organização social das tribos e qual era o sistema de parentesco delas, como realizavam suas cerimônias de iniciação e de matrimônio, como procediam nos seus ritos religiosos e nos de sepultamento, e de que maneira viam os céus e temiam os demônios. A Antropologia é, pois, o estudo do homem. Se bem que, como observou Malinowski, existam outras ciências que igualmente o fazem, tais como a sociologia, a psicologia, a historia, a leis, a economia, e a ciências políticas, ela, a antropologia, se distingue por incluir na sua área de estudo as questões de ordem físicas, anatômicas e estruturais do homem, atendidas pela chamada Antropologia Física, que tratado o homem como um organismo físico, seguiu as pistas da sua evolução a partir das formas mais primitivas da vida.
Antropologia física

Os antropólogos físicos, atuando quase que como arqueólogos ou anatomistas, analisam o material fóssil esquelético das formas que estão dentro da descendência humana (múmias indígenas dos maios, astecas e incas, por exemplo) ou nas suas proximidades. Os resultados disso são classificados , graças à técnica do Carbono 14, também chamada como o Relógio do Carbono, numa certa seqüência de tempo, comparando anatomicamente suas descobertas com a estrutura física dos primatas atualmente existentes. O resultado chocou-se com a antiga classificação feita pelo arcebispo de Ussher, que datou a origem do homem no ano 4004 a .C., pois os antropólogos fizeram recuar o seu aparecimento para um milhão de anos atrás! Além disso tratam de observar e registrar cuidadosamente o comportamento dos símios, macacos e outros primatas dentro dos seus ambientes naturais e sob condições controladas de laboratório. Além disso, estudam no homem moderno suas diferença epidérmicas, a cor dos olhos, a textura do cabelo, o tipo de sangue, a constituição do corpo (altura, envergadura) bem como outros fatores que caracterizam a espécie.
Antropologia cultural

Outro ramo da antropologia que ganhou grande estatura, e uma projeção que saltou para bem além das suas fronteiras de investigação, foi o da antropologia cultural. Isto deveu-se pela impressionante ampliação do seu campo de ação, englobando a lingüistica, a arqueologia e a etnologia (descrição ou crônica da cultura de uma tribo ou povo), estudos esses que referem-se ao comportamento do homem, particularmente no que diz respeito às atitudes padronizadas, rotineiras, que genericamente chama-se de cultura. Entenda-se que para o antropólogo a palavra cultura adquire uma outra dimensão do que a que convencionalmente entendida. Não se trata de identificá-la, a cultura, com erudição ou sofisticação, como é comum associar-se essa palavra, mas sim de utiliza-la para definir tudo aquilo que o homem faz, pois, para o antropólogo, cultura é forma de vida de um grupo de pessoas, uma configuração dos comportamento aprendidos, aquilo que é transmitido de geração em geração por meio da língua falada e da simples imitação. Não se trata de um comportamento instintivo, mas algo que resulta de mecanismos comportamentais introjetados pelo indivíduo.
Áreas de interesse

Além da religião, fazem parte da cultura os modos de alimentar-se (“O cru, o assado e o cozido”, brilhante ensaio de Lévi-Strauss, mostra a variação dos procedimentos das tribos com o alimento), de vestir-se, de combater ou de seguir os rituais religiosos. Os antropólogos que seguem por esta senda podem até ser divididos naqueles que se interessam em procurar aquilo que é comum entre as várias culturas espalhadas pelo mundo, e aqueles outros que têm o seu interesse voltado exclusivamente para o que é original, singular, único, naquela cultura. Seus olhos e ouvidos voltam-se então para a magia, para os mistérios anímicos, o medos aos “manes”, aos fantasmas, a linguagem dos sonhos, para a mitologia e as concepções cósmicas, para o significado dos totens, para o sistema de parentesco e os procedimentos nupciais, para as tatuagem e automutilações, os sacrifícios, tudo isto entendido pelos antropólogos como “linguagens” especiais passíveis de serem estudadas, compreendidas e catalogadas.

Algumas informações básicas sobre os principais paradigmas e escolas de pensamento antropológico:

Formação de uma literatura “etnográfica” sobre a diversidade cultural

Período: Séculos XVI-XIX
Características: Relatos de viagens (Cartas, Diários, Relatórios etc.) feitos por missionários, viajantes, comerciantes, exploradores, militares, administradores coloniais etc.
Temas e Conceitos: Descrições das terras (Fauna, Flora, Topografia) e dos povos “descobertos” (Hábitos e Crenças).Primeiros relatos sobre a Alteridade
Alguns Representantes e obras de referência
Pero Vaz Caminha (“Carta do Descobrimento do Brasil” - séc. XVI). Hans Staden (“Duas Viagens ao Brasil” - séc. XVI). Jean de Léry (“Viagem a Terra do Brasil” - séc. XVI). Jean Baptiste Debret (“Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil” - séc. XIX).

Evolucionismo Social
Período: Século XIX
Características: Sistematização do conhecimento acumulado sobre os “povos primitivos”.Predomínio do trabalho de gabinete
Temas e Conceitos: Unidade psíquica do homem.Evolução das sociedades das mais “primitivas” para as mais “civilizadas”.Busca das origens (Perspectiva diacrônica)Estudos de Parentesco /Religião /Organização Social.Substituição conceito de raça pelo de cultura.
Alguns Representantes e obras de referência
Maine (“Ancient Law” - 1861). Herbert Spencer (“Princípios de Biologia” - 1864). E. Tylor (“A Cultura Primitiva” - 1871). L. Morgan (“A Sociedade Antiga” - 1877). James Frazer (“O Ramo de Ouro” - 1890).

Escola Sociológica Francesa
Período Século XIX
Características Definição dos fenômenos sociais como objetos de investigação socio-antropológica. Definição das regras do método sociológico.
Temas e Conceitos Representações coletivas.Solidariedade orgânica e mecânica. Formas primitivas de classificação (totemismo) e teoria do conhecimento. Busca pelo Fato Social Total (biológico + psicológico + sociológico). A troca e a reciprocidade como fundamento da vida social (dar, receber, retribuir).
Alguns Representantes e obras de referência
Émile Durkheim:“Regras do método sociológico”- 1895; “Algumas formas primitivas de classificação” - c/ Marcel Mauss - 1901; “As formas elementares da vida religiosa” - 1912. Marcel Mauss:“Esboço de uma teoria geral da magia” - c/ Henri Hubert - 1902-1903; “Ensaio sobre a dádiva” - 1923-1924; “Uma categoria do espírito humano: a noção de pessoa, a noção de eu”- 1938).


Funcionalismo
Período Século XX - anos 20
Características Modelo de etnografia clássica (Monografia).Ênfase no trabalho de campo (Observação participante).Sistematização do conhecimento acumulado sobre uma cultura.
Temas e Conceitos Cultura como totalidade.Interesse pelas Instituições e suas Funções para a manutenção da totalidade cultural.Ênfase na Sincronia x Diacronia.
Alguns Representantes e obras de referência
Bronislaw Malinowski (“Argonautas do Pacífico Ocidental” -1922). Radcliffe Brown (“Estrutura e função na sociedade primitiva” - 1952-; e “Sistemas Políticos Africanos de Parentesco e Casamento”, org. c/ Daryll Forde - 1950). Evans-Pritchard (“Bruxaria, oráculos e magia entre os Azande” - 1937; “Os Nuer” - 1940). Raymond Firth (“Nós, os Tikopia” - 1936; “Elementos de organização social - 1951). Max Glukman (“Ordem e rebelião na África tribal”- 1963). Victor Turner (“Ruptura e continuidade em uma sociedade africana”-1957; “O processo ritual”- 1969). Edmund Leach - (“Sistemas políticos da Alta Birmânia” - 1954).


Culturalismo Norte-Americano
Período Séc. XX - anos 30
Características Método comparativo. Busca de leis no desenvolvimento das culturas. Relação entre cultura e personalidade.
Temas e Conceitos Ênfase na construção e identificação de padrões culturais (“patterns of culture”) ou estilos de cultura (“ethos”).
Alguns Representantes e obras de referência
Franz Boas (“Os objetivos da etnologia” - 1888; “Raça, Língua e Cultura” - 1940). Margaret Mead (“Sexo e temperamento em três sociedades primitivas” - 1935). Ruth Benedict (“Padrões de cultura” - 1934; “O Crisântemo e a espada” - 1946).

Estruturalismo
Período Século XX - anos 40
Características Busca das regras estruturantes das culturas presentes na mente humana. Teoria do parentesco/Lógica do mito/Classificação primitiva. Distinção Natureza x Cultura.
Temas e Conceitos Princípios de organização da mente humana: pares de oposição e códigos binários.Reciprocidade
Alguns Representantes e obras de referência
Claude Lévi-Strauss:“As estruturas elementares do parentesco” - 1949. “Tristes Trópicos”- 1955. “Pensamento selvagem” - 1962. “Antropologia estrutural” - 1958 “Antropologia estrutural dois” - 1973 “O cru e o cozido” - 1964 “O homem nu” - 1971


Antropologia Interpretativa
Período Século XX - anos 60
Características Cultura como hierarquia de significados Busca da “descrição densa”. Interpretação x Leis. Inspiração Hermenêutica.
Temas e Conceitos Interpretação antropológica: Leitura da leitura que os “nativos” fazem de sua própria cultura.
Alguns Representantes e obras de referência
Clifford Geertz: “A interpretação das culturas” - 1973. “Saber local” - 1983.


Antropologia Pós-Moderna ou Crítica
Período e obra Século XX - nos 80
Características Preocupação com os recursos retóricos presentes no modelo textual das etnografias clássicas e contemporâneas. Politização da relação observador-observado na pesquisa antropológica. Critica dos paradigmas teóricos e da “autoridade etnográfica” do antropólogo.
Temas e Conceitos Cultura como processo polissêmico. Etnografia como representação polifônica da polissemia cultural. Antropologia como experimentação/arte da crítica cultural.
Alguns Representantes e obras de referência
James Clifford e Georges Marcus (“Writing culture - The poetics and politics of ethnography” - 1986). George Marcus e Michel Fischer (“Anthropoly as cultural critique” - 1986). Richard Price (“First time” - 1983). Michel Taussig (“Xamanismo, colonialismo e o homem selvagem”- 1987). James Clifford (“The predicament of culture” - 1988).


Bibliografia:

segunda-feira, 23 de março de 2009

FUNDAMENTAÇÃO DO PENTATEUCO



1. Cósmicos: Os livros do Pentateuco explicam o cosmos dando o único relato antigo que identifica a “primeira causa”. O “principio unificador do universo, procurando as segas pelos filósofos e clássicos, está compreendido na primeira sentença”.

2. Étnicos: Descrevem o começo e a expansão das três divisões raciais do mundo: oriental, negróide e ocidental.

3. Histórica: Esses livros são os únicos a traçar a origem do homem numa linha continua a partir de Adão. Todavia, não é sua intenção apresentar a história completa de todas as raças, mas sim um relato altamente especializado da implantação do Reino Teocrático no mundo e do Plano de Redenção da humanidade. Nesse processo, a história de Israel remonta a Abraão, através de quem Deus prometeu a redenção.

4. Religioso: Retratam a pessoa e o caráter de Deus, a criação do homem e sua queda, as alianças e promessas divinas de trazer a redenção através de um Divino Redentor.

5. Proféticos: Os livros do Pentateuco são as origens dos temas proféticos mais importantes da Bíblia. É a história centralizada no Messias associada à Profecia centralizada no Messias. Apresentam em conjunto uma filosofia simétrica da história. As profecias preenchem a interpretação histórica por meio das demais revelações.

A AUTORIA DO PENTATEUCO É DE MOISÉS

Conforme Referências abaixo descriminadas:
=> Êxodo17:14 => S. Lucas 16:29-31
=> I Reis 2:3 => S. João 5:46
=> I Reis 8:56 => II Coríntios 3:15

LITURGIA POPULAR SIMPLISTA E SEUS ELEMENTOS BÍBLICOS

Um dos campos onde mais se enfrenta problemas é na Liturgia, – Serviço público religioso feito por um cidadão para adoração ao Deus Triuno –. Uns, simpatizantes de um sobrenaturalismo anti-bíblico só consideram o valor de um culto onde há manifestações de poder, seja humano ou supostamente divino. Outros vêem um culto como um lugar de receber presentes celestiais, sendo pessoas que sempre levantam a mão quando um pregador diz: “quem veio receber uma bênção essa noite?” Há ainda aqueles que confundem culto com um programa de entretenimento, onde o espetáculo é a ordem que rege o momento de adoração.
A definição que normalmente encontramos entre os crentes e, até mesmo entre os condutores evangélicos, é que a liturgia é um programa ou roteiro do culto “gelado”, sem liberdade de expressão, sem liberdade do Espírito Santo, etc. Sendo, o termo, utilizado de maneira pejorativa como pretensão humana de reprimir o Espírito.
Culto vem das palavras gregas latréia e proskyneo, portanto cultuar significa adorar, reverenciar, render homenagem, neste sentido não pode haver culto sem liturgia, nem liturgia sem culto. O culto é apresentado no Novo Testamento com alguns elementos para o sua direção. Os elementos do culto são: a oração (Atos 12:12; 16:16), a exposição da Palavra (Romanos 12:17; Hebreus 13:7), os cânticos (I Coríntios 14:26; Colossensses 3:16), a contribuição (I Coríntios 16:12) e dons espirituais (I Coríntios 14:26-32).
Mas além da importância de conhecer os verdadeiros elementos de um culto é preciso refletir sobre a natureza dessa adoração prestada a Deus. Tanto para pentecostais, como para não pentecostais é necessário refletir que apesar de não encontrarmos nas páginas do Novo Testamento nenhuma descrição sobre culto cristão, constata-se que, desde o início da igreja neotestamentária, havia uma forma própria de cultuar ao Senhor (Atos 2:42). Logo, o homem não cultua a Deus porque em determinado momento de sua vida resolveu adorá-lo. Mas, sim, conscientemente toma a atitude correta de fé e obediência passando a adorar ao verdadeiro Deus e professando a sua dependência ao Senhor, fundamentando a Igreja sobre a “Rocha”, Jesus Cristo. Expondo um testemunho solene e as virtudes do Senhor, “que nos chamou das trevas para sua maravilhosa luz” (I Pedro 2:9).

I – ELEMENTOS DA LITURGIA

01) O CULTO CRISTÃO É RACIONAL (Romanos 12:1)

O Culto Cristão recebeu algum tipo de herança ou surgiu do nada? O Culto Cristão encontrou seu protótipo com os primeiros discípulos que eram judeus em sua forma de agir no culto da Sinagoga e na oração do Templo. Hoje temos a convicção de que o Culto de Deus é racional. Não há lógica, onde os dirigentes de culto incentivem uma reunião em que a mente não seja cultivada. Em muitos cultos há uma reverência para a irracionalidade, pois os louvores nada dizem e são meros sons jogados ao vento, onde ninguém entende a nada da mensagem musical.
Os supostos arrebatamentos de sentidos além das glossolalias sem interpretações, fazem sentido em um culto racional? O culto anti-litúrgico, onde não há ordem e muito menos decência, condiz com um culto em que se usa a razão? As supostas “danças, caídas, sopros, pulos, cambalhotas, retetés… no espírito” se encaixam no culto que se deve cultivar a racionalidade?
Em Romanos 12:1, Paulo adverte a igreja para oferecer um culto logikos, que pode ser traduzido por “relativo à razão, racional…” O uso da mente, tão desprezado no meio evangélico, é totalmente incentivada pelo doutor dos gentios. Tanto os louvores, a exposição da Palavras e as manifestações carismáticas devem seguir uma lógica compreensível a todos os presentes no culto.

02) A EXPOSIÇÃO DA PALAVRA É O ÁPICE DO CULTO (Atos 20:7-8)

A pregação expositiva, onde o texto é discorrido com esmero exegético e hermenêutico, debaixo de oração constante para o quebrantamento dos corações ouvintes é o ponto máximo da adoração cultual. O tempo do culto tem sido substituído por pregações artificiais, que mais parecem programas de auditório, onde o propósito é animar os presentes. A Palavra de Deus precisa ser pregada com o máximo de preparo e o pregador nunca deve substituir o khronos kerigmático por testemunhos, campanhas, cantorias etc. John Piper escreve: “A Palavra significa para a adoração o que o oxigênio significa para a respiração”.
O pastor inglês John Stott relacionou muito bem o culto a pregação e adoração, pois pertence indissoluvelmente uma à outra. Toda a adoração é uma resposta inteligente e amável à revelação de Deus, porque é a adoração de seu nome. Portanto, a adoração aceitável é impossível sem a pregação. Pregar é tornar conhecido o nome de Deus, e adorar é louvar o nome do Senhor sobre o qual fomos informados. Ao invés de ser uma intrusão alienígena à adoração, o ler e o pregar a Palavra são realmente indispensáveis à adoração. As duas não podem ser divorciadas.
Na igreja hodierna a pregação nunca foi tão carente e desprezada. Apesar do grande número de “pregadores”, “conferencistas internacionais”, “profetas” etc, a pregação bíblica expositiva e bem explicada, é cada vez mais rara nos púlpitos das igrejas.
“O fato é que muitos gostariam de unir igreja e palco, baralho e oração, danças e ordenanças. Se nos encontramos incapazes de frear essa enxurrada, podemos, ao menos, prevenir os homens quanto à sua existência e suplicar que fujam dela. Quando a antiga fé desaparece e o entusiasmo pelo evangelho é extinto, não é surpresa que as pessoas busquem outras coisas que lhes tragam satisfação. Na falta de pão, se alimentam com cinzas; rejeitando o caminho do Senhor, seguem avidamente pelo caminho da tolice”. (Charles Haddon Spurgeon) No post anterior foram analisados dois aspectos da liturgia cristã. Continuando o estudo é preciso refletir sobre outras questões relacionadas ao culto.

C) DANÇA, É LICITO NA LITURGIA DO CULTO?

Nunca na história da Igreja Cristã houve o elemento da dança no culto. A dança não esteve presente nos cultos dos Apóstolos, Pais da Igreja, Idade Média, Reforma, Grande Despertamento de século XVII etc. Não há bases neotestamentárias para introduzir as danças no culto cristão. O culto racional (Logikem Latria) não necessita de manifestações estéticas ou locais fixos, pois se adora a Deus em “espírito e em verdade”(João 4:23).
A dança sempre esteve presente no Antigo Testamento. O cotidiano veterotestamentário havia a dança como parte das expressões de alegria do povo de Israel, mas essas danças nunca foram introduzidas dentro do Templo, era algo fora do arraial. A dança no Antigo Testamento era expressão de alegria patriótica, agrícola, nacionalista e de guerra (Êxodo 15:20; Juízes 11:34; Juízes 21:21; I Crônicas 13:8; 15:29; II Samuel 6:14); era uma forma de louvar ao Senhor pelas vitórias e conquistas do povo. Mas a dança nunca foi litúrgica, em ambos os testamentos.
A dança é uma expressão de arte, assim como esculturas, arquitetura, pintura, poemas etc. Portanto, a dança apresenta o seu valor como uma manifestação da arte clássica e contemporânea. O fato da dança ser arte, não faz dela elemento de culto, assim com a arte de pintar, também não é elemento para cultuar a Deus no momento da adoração. O cristão pode e deve valorizar a arte, mas não pode colocar todas as manifestações de arte no culto.
Assim como é errado introduzir danças no culto, pois ele tem um propósito racional, é igualmente errado “demonizar” toda expressão artística da dança. É preciso distinguir a dança como arte do mero requebrado sensual-libertino. O dualismo platônico (corpo x espírito) que influenciou a igreja da Idade Média (vide Tomás de Aquino) e ainda influência boas parte dos cristãos, condena a dança simplesmente por ser algo “da carne”(leia corpo humano), mas antes de se “demonizar” essa expressão corporal, é preciso lembrar que ela tem validade, mas não no culto ao Senhor. As artes podem se contempladas como parte da criação de Deus e o cristão deve fazer parte da construção de uma arte sadia, como lembra Nancy Pearcey: “O melhor modo de repelir uma cosmovisão ruim é oferecendo uma boa, e os cristãos devem deixar de criticar a cultura e passar a criar cultura” e Charles Colson diz: “Mas Deus não chama o seu povo simplesmente para ficar por aí apagando o fogo depois que o mundo secular o acendeu. Ele nos chama para acendermos o nosso próprio fogo, para renovar a cultura. E a melhor maneira para acabar com a arte ruim é incentivar a boa arte”. Ver o corpo e aquilo que apresenta relação corporal como diabólico é totalmente anti-bíblico (Colossensses 2:20-23; I Timóteo 4:1); mas é claro que a tudo tem limites e princípios bíblicos que devem nortear o espírito, a alma e o corpo (I Tessalonicenses 5:23).

D) OFERTA OU NEGOCIATA?(II Coríntios 9.1-15)

A oferta é um ato de louvor e mordomia cristã. A oferta é importante no culto, mas não sua parte principal, pois em muitas igrejas a oferta ganhou o maior e mais rentável espaço do culto. Em uma reportagem sobre o “comércio evangélico”, um repórter de uma revista secular calculou que um pastor, de uma gigantesca igreja neopentecostal, gastou 80% do culto pedindo dinheiro.
Uma igreja que adora a um deus mercantilista e é presa a “teologias” materialistas dará muita vazão para as ofertas, acima do que a Bíblia exige como um ato de amor (II Coríntios 9:7). Deus quer é um coração generoso e não se move pelo dinheiro de ninguém. Deus não trabalha com barganha.
Muitos praticamente obrigam as pessoas a ofertarem por meio de falsas profecias. Há um pastor-radialista na cidade de São Paulo que todos os dias pede oferta para pagar o seu programa, que sempre está atrasado nos pagamentos. Esse pastor-radialista sempre diz: “Oferte, pois daqui cinco dias Deus te dará uma grande bênção”. Nunca muda o seu discurso e prega um deus que se move pelo dinheiro.
O evangelho de Jesus Cristo é o evangelho da Graça, portanto Deus não é comprado por boas obras de ninguém e nem por um corpo queimado “estourado” em oferta se a motivação para tal é egoísta (I Coríntios 13:1-3).

E) MILAGRES

Os dons espirituais é parte do culto (I Coríntios 14:26), mas o culto não se resume em manifestações carismáticas e de milagres extraordinários. A desordem do culto é um dos maiores problemas para a igreja atual, pois há uma tendência de valorização da bagunça denominada de “reteté”. Os dons devem existir segundo as ordens estabelecidas pela Palavra (Cf. I Coríntios 14). Dons sem ordem trazem confusão e não edificam a Igreja, sendo essa a principal função dos carismas.
A igreja precisa entender a razão de seu culto, que é adorar e bendizer ao Deus Todo-Poderoso. Os elementos são importantes para o exercício cultual e forma estabelecidos por Deus para edificação da igreja.

II – UMA ABORDAGEM SOBRE O LOUVOR NA LITURGIA DAS IGREJAS EVANGÉLICAS

A música sempre exerceu forte influência no comportamento do ser humano desde a Antiguidade até os dias atuais. A essência da música, de conformidade com Aristóteles, é a mais moral de todas as artes porque afeta diretamente o caráter. Para Platão, ela é um meio para formação do caráter e de demonstração das frustrações das realizações humanas porque há um forte vínculo entre a música ouvida e a estrutura interior de uma pessoa. O apóstolo Paulo afirma: “A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos, e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vossos corações”, Colossensses 3: 16. Vamos pensar um pouco sobre essa questão.

A) A ATUALIDADE DA LITURGIA BRASILEIRA

Liturgia é o conjunto dos elementos e práticas do culto religioso instituídos por uma igreja, segundo o dicionário Houaiss. Então, é tudo aquilo que acontece dentro do templo desde o instante em que o culto é iniciado até o momento em que ele é finalizado. No Brasil, são feitos cultos litúrgicos tradicionais e os avivados. Ambos refletem a realidade do caráter e do mundo interior da pessoa que participa e a linha de liderança espiritual da igreja.
Os cultos avivados, pelo que se observa, são os mais populares e, por conseqüente, os mais praticados atualmente. Eles atraem mais às pessoas novas ou aqueles que julgam ter um espírito mais jovem. Esse estilo envolve, além do cântico, a participação física através de palmas, balanço do corpo e também do alto volume dos instrumentos musicais.
Os cultos tradicionais têm como participantes as pessoas que se acostumaram com a herança cultural religiosa passada pelas gerações anteriores. Há forte tendência de evitar qualquer mudança simplesmente pelo fato de terem sido feitos sempre daquele jeito. Nesse caso, o legado é considerado muitíssimo importante a ponto de evitar qualquer tipo de mudanças. Entretanto, essa forma de liturgia estática e padronizada não está sendo bem aceita pela atual geração de cristãos e, gradativamente, vai sendo substituída por uma mais avivada, que contém uma linguagem mais atual, mensagens mais contextualizadas e estilos musicais mais aceitos.

B) A INFLUÊNCIA HUMANA NA LITURGIA

As liturgias avivadas e as tradicionais têm o mesmo objetivo que é o de adorar a Deus “em espírito e em verdade”. Porém a influência do homem é muito grande em ambos os casos. Por isso, muitas vezes, parece que os homens estão controlando o mover do Espírito de Deus. É como se estivessem dizendo ao Senhor como Ele deve agir no meio de seu povo ou decidindo, junto ao povo, qual forma de louvor agrada ou não ao Senhor. Isso é um reflexo do interior humano, por certo medo de que o culto não aconteça da forma como gostariam que fosse ou como planejaram.
Assim, no Brasil, vive-se hoje um processo de adaptação entre o antigo e o novo e isso, às vezes, tem causado dissabores entre cristãos. A forma de adoração nem sempre tem sido a causadora direta de divisões denominacionais, como ocorridas no passado ou na atualidade da igreja brasileira, mas algum mal-estar pode ser sentido. Por isso é necessário estar alerta para as novas idéias e formas de culto que vêm surgindo e penetrando sorrateiramente na Igreja. É preciso questionar e verificar até que ponto existe a influência humana ou até que ponto existe a divina.
Nosso estilo de culto precisa, é verdade, ser sempre contextualizado à realidade sociocultural da comunidade, porém sem ferir os princípios básicos da fé cristã. Não devemos confundir os métodos de Deus com os métodos humanos. Em ambos os estilos de liturgia são fundamentais separar o joio do trigo e oferecer o melhor que temos para o Senhor Todo-poderoso.

C) TENDÊNCIAS PÓS-MODERNAS NA LITURGIA

Os sentimentos e, muitas vezes, as práticas de vida das pessoas são determinadas por aquilo que elas ouvem. Aristóteles já dizia: “... as emoções de toda espécie são produzidas pela melodia e pelo ritmo: através da música, por conseguinte, o homem acostuma a experimentar as emoções certas: tem a música, portanto, o poder de formar o caráter, e os vários tipos de músicas, baseados nos vários modos, distinguem-se pelos efeitos sobre o caráter – um, por exemplo, operando na direção da melancolia, outro na da efeminação, um incentivando a renúncia, outro o domínio de si, um terceiro, o entusiasmo, e assim por diante, através da série”. Lembrando disso, vemos religiões fazendo esforço para jogar o homem em direção a Deus, em contra-partida o cristianismo fala de um Deus soberano que vem ao encontro do homem que está morto em seus próprios pecados e por isso não pode ter qualquer contato com Ele (Isaías 59:2; Efésios 2:1)
Há dois métodos de cultuar a Deus que estão chamando a atenção: o “louvorzão” e a “cristoteca”. São estilos mais modernos, porém têm suas falhas, pois neles a Palavra de Deus quase não tem ênfase nem lugar.
No louvorzão o que vale é louvar, é dançar, é ser espontâneo nos momentos de manifestar seus sentimentos positivos para com o Senhor. A forma como isso acontece não tem muita importância. A Bíblia orienta fazer tudo com “ordem e decência” (1Coríntios 14:40). É obvio que isso não implica em ficar engessado dentro da igreja.
A cristoteca é algo mais recente e seus defensores afirmam que é um espaço que tem como objetivo atrair os jovens que se desviaram do Evangelho por causa dos lugares que freqüentavam como a discoteca, onde se toca a música satânica, rolam drogas e prostituição. Seus defensores insistem em afirmar que é uma noite de muita oração através da música e da dança.

III – CONSIDERAÇÕES FINAIS

Normalmente quando se fala de culto ou do porquê tem se seguido caminhos desviantes da fé cristã, ou quando se localiza a trilha correta confunde-se, muitas vezes, o caminho da ação com o da reação, percorrendo muitas vezes o primeiros caminho, esquecendo-se da sua origem, da sua causa primária, que é a aproximação do homem em direção a Deus.
Aceitando as práticas recentes, a igreja de Cristo se torna liberal e sem raízes alicerçadas dentro da Bíblia. Nelas o que se vê é muito movimento e pouca essência, muito ruído e pouca mensagem. Por isso, a Igreja precisa estar atenta quanto ao seu estilo de culto. A liturgia praticada e a qualidade dos cânticos definem a linha espiritual da Igreja.
O equilíbrio, nestes tempos, é fundamental. Felizmente há muito louvor novo, porém equilibrado, edificante. O estilo de culto pode ser moderno, porém, contendo os mesmos valores que sempre foram prezados no passado, desde o Antigo Testamento, o Novo Testamento, na idade média, no período da reforma e, daí, até os dias de hoje. A igreja vigilante e bíblica precisa pôr-se em guarda quanto ao seu louvor.

IV – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

1 - PEARCEY, Nancy. Verdade Absoluta. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. p 63
2 - COLSON, Charles e PEARCEY, Nancy. O Cristão na Cultura de Hoje. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. p 261-262.
3 - http://ensinodominical.com.br/2008/05/03/liturgia-pentecostal-gutierrez-siqueira/
4 - http://www.hploco.com/pastoraatrevisan/LITURGIA_RENOVADA.html
5 - Etebras, Liturgia, 3ª edição, Capítulos 1 e 2, Terceiro Módulo, 2007. págs. 59-72